Depois do rapto e homicídio de um empresário português, um representante do governo reuniu-se com o embaixador moçambicano em Portugal para manifestar preocupação com a segurança dos cidadãos lusos naquele país africano
Depois do rapto e homicídio de um empresário português, um representante do governo reuniu-se com o embaixador moçambicano em Portugal para manifestar preocupação com a segurança dos cidadãos lusos naquele país africano O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) pediu esta semana uma reunião com o embaixador de Moçambique em Portugal, para transmitir a forte preocupação do governo com a perceção de crescente insegurança dos cidadãos portugueses no país, agravada pelo rapto e homicídio de um empresário, natural de Ourém. No encontro, segundo o MNE, foi sinalizada a prioridade que o governo português atribui às condições de segurança em que vive a numerosa comunidade portuguesa em Moçambique, a qual contribui ativamente e muito significativamente para o desenvolvimento económico e social de Moçambique. Foi ainda manifestado o total empenho em explorar com as autoridades moçambicanas as potencialidades do conjunto de instrumentos bilaterais em vigor e a possibilidade de criação de novos mecanismos que permitam uma troca adequada de informações entre Portugal e Moçambique, com o propósito de as melhores condições de segurança aos portugueses residentes naquele país. O corpo do empresário assassinado foi encontrado no domingo, 11 de novembro, na periferia de Maputo, depois de ter sido pago o resgate exigido logo após o seu rapto. Outro empresário foi raptado e continua desaparecido desde a manhã de 29 de julho de 2016, em Nhamapadza, distrito de Maríngué.

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