as pessoas que atravessam ilegalmente a fronteira mexicana para entrar nos Estados Unidos da américa deixam de ter direito a formular o pedido de asilo. a organização de defesa das liberdades cí­vicas pode vir a contestar a medida em tribunal
as pessoas que atravessam ilegalmente a fronteira mexicana para entrar nos Estados Unidos da américa deixam de ter direito a formular o pedido de asilo. a organização de defesa das liberdades cí­vicas pode vir a contestar a medida em tribunal O governo norte-americano restringiu quinta-feira, 8 de novembro, as condições de pedido de asilo para os migrantes, impedindo os estrangeiros que não tenham chegado aos Estados Unidos da américa (EUa) através de um ponto de entrada oficial de apresentar o requerimento. O nosso sistema de asilo está sobrecarregado com pedidos injustificados de asilo, impedindo-nos de conceder rapidamente asilo àqueles que realmente o merecem. De acordo com as nossas leis de imigração, o Presidente [Donald Trump] tem total autoridade para suspender ou restringir a entrada de estrangeiros nos EUa, se considerar que é de interesse nacional, justificou o Departamento de Segurança Interna, em comunicado. Numa altura em que milhares de migrantes, sobretudo oriundos das Honduras, atravessam o México em caravana em direção aos EUa, a medida foi prontamente criticada pela organização de defesa das liberdades cívicas (aCLU) e pode vir a ser contestada em tribunal. a lei americana autoriza especificamente as pessoas a pedirem asilo, quer tenham chegado ou não através de um ponto de entrada. É ilegal contornar este princípio, através de uma agência ou de um decreto, declarou Omar Jadwat, dirigente da aCLU.

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