a integração de mais mulheres nas forças que asseguram a manutenção da paz nos países em conflito poderia tornar as missões mais sensí­veis à paridade de género, segundo um alto funcionário da organização
a integração de mais mulheres nas forças que asseguram a manutenção da paz nos países em conflito poderia tornar as missões mais sensí­veis à paridade de género, segundo um alto funcionário da organização O secretário-geral assistente das Nações Unidas para o Estado de Direito e Instituições de Segurança, alexander Zouev, defendeu, perante o Conselho de Segurança, o recrutamento de mais mulheres para as forças policiais da ONU para tornar as missões mais eficazes e mais sensíveis à igualdade de género. Uma abordagem mais sensível à paridade de género no campo policial aumenta a eficácia porque permite ajudar toda a população, homens, mulheres, meninos e meninas. E uma maneira de contribuir para esses esforços seria recrutar mais mulheres polícias, afirmou o responsável durante um encontro em que foi discutido o trabalho das forças de paz da ONU no mundo, com destaque para o Sudão do Sul, República Democrática do Congo e Haiti. Segundo Zouev, as mulheres podem inspirar outras mulheres a ocupar postos de comando, bem como aumentar o acesso à justiça para mulheres e crianças em risco, e melhorar a recolha e análise de informações entre grupos vulneráveis. Parte deste trabalho já começou a ser feito, com um plano de ação que estabelece metas de recrutamento até 2028. Em consequência, o número de mulheres chefes de componentes policiais nas operações de manutenção da paz já está em 40 por cento, mas nos cargos de alta responsabilidade continua a registar-se um défice de presença feminina.

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