Pontífice realça que a principal conclusão do Sínodo dedicado aos jovens deve ser a forma de «trabalhar em conjunto», para a elaboração de propostas em sintonia com a realidade
Pontífice realça que a principal conclusão do Sínodo dedicado aos jovens deve ser a forma de «trabalhar em conjunto», para a elaboração de propostas em sintonia com a realidade É importante que se difunda um modo de ser e trabalhar em conjunto, jovens e anciãos, na escuta e no discernimento, para procurar escolhas pastorais em sintonia com a realidade, afirmou no Papa na alocução do ângelus, na Praça de São Pedro, em Roma, após ter presidido à Missa de encerramento do Sínodo dos Bispos, este domingo, 28 de outubro. O Sínodo dos Bispos dedicado aos jovens, à sua fé e discernimento vocacional, decorreu no Vaticano entre 3 e 28 de outubro, envolveu mais de 400 participantes e contou, pela primeira vez, com a presença de mais de três dezenas de jovens convidados, de várias partes do mundo. Para o Papa Francisco, o primeiro fruto desta a assembleia sinodal deve estar antes de tudo no exemplo, um método seguido deste a fase preparatória, marcado pela escuta e pelo envolvimento dos jovens. Escutar exige tempo, atenção, abertura da mente e do coração. Mas este empenho transforma-se todos os dias em consolação, sobretudo porque tínhamos no meio de nós a presença viva e estimulante de jovens, com as usas histórias e os seus contributos, sublinhou. O sínodo dos jovens foi uma boa vindima, que promete um bom vinho, concluiu o Santo Padre, referindo que os frutos deste trabalho estão já a fermentar, e que o importante agora é continuar a caminhar em conjunto, através de tantos desafios, nomeadamente o mundo digital, o fenómeno da migrações, o sentido do corpo e da sexualidade, o drama da guerras e da violências.

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