Peça de teatro foi concebida para levar os espetadores a refletir sobre a existência humana, revelando as transformações que o planeta foi sofrendo devido à presença do ser humano
Peça de teatro foi concebida para levar os espetadores a refletir sobre a existência humana, revelando as transformações que o planeta foi sofrendo devido à presença do ser humanoDesde abril de 2018 que Ricardo Cabaça, dramaturgo e encenador, recolhe objetos deixados nas praias. No próximo ano, esses objetos serão parte do cenário e vão ser também utilizados como adereços em palco, no decorrer da peça de teatro Gaia, que procura dar resposta à questão Por que razão decidiu Gaia reagir?
Embora a estreia da peça esteja apenas prevista para 2019, a obra poderá ser conhecida já próximo mês de dezembro, em livro. Lançado pela Edições Primata, de São Paulo (Brasil), o livro conta também com as fotografias que Ricardo Cabaça foi tirando aos objetos que encontrou no areal.
De acordo com Ricardo Cabaça, esta iniciativa assume uma dimensão social, ecológica e artística. a peça subirá a palco pelo talento dos membros da companhia 33 ânimos, e visa levar os espetadores a refletir sobre a existência humana e as problemáticas ecológicos contemporâneas.
a abordagem ao tema assume uma preponderância abstrata, quer na linguagem quer no movimento, onde performers são pessoas e animais ou onde os animais dialogam com a humanidade que se extingue e que ao mesmo tempo, extingue a própria natureza. “Gaia” explora alguns dos campos onde a relação homem-animal é mais relevante: linguagem, domínio, trabalho, entretenimento e transformação do animal em humano, sintetizam os responsáveis pelo projeto, na nota de divulgação da inciativa.

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