Estudo desenvolvido por investigadores de sete países aponta para uma mudança global de comportamento, para que se adote uma dieta mais rica em proteí­nas vegetais e se elimine o desperdí­cio de alimentos
Estudo desenvolvido por investigadores de sete países aponta para uma mudança global de comportamento, para que se adote uma dieta mais rica em proteí­nas vegetais e se elimine o desperdí­cio de alimentos Uma dieta com consumo moderado de produtos animais, a redução do desperdício de alimentos e uma produção agrícola sustentável poderá permitir responder à procura alimentar mundial em 2050 sem danificar o meio ambiente de forma irreversível, defende uma investigação publicada na revista científica Nature. O estudo, desenvolvido por investigadores de sete países, aposta numa mudança global para um dieta mais rica em proteínas vegetais, que elimine o desperdício de alimentos, que favoreça as práticas agrícola e tecnologias agrárias mais eficientes, que permita alimentar as mais de 10 mil milhões de pessoas que habitarão o planeta em 2050, segundo as previsões. De acordo com os autores da investigação, as alterações climatéricas não podem combater-se o suficiente sem modificar a dieta e caminhar para uma alimentação mais diversificada. Uma das dietas aconselháveis é a flexitariana, que inclui como máximo uma ração de carne vermelha por semana, meia ração diária de carne branca, uma diária de produtos lácteos e maior consumo de frutos secos, legumes e outros vegetais. ao mesmo tempo, é aconselhável a adoção integral de medidas em todo o sistema agroalimentar para reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa e limitar outros impactos ambientais, como os derivados do uso excessivo de fertilizantes, a expansão de terrenos de cultivo e o consumo de água.

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