Financiamento para ajudar as pessoas forçadas a migrar e os apátridas «é cada vez mais reduzido» e serve apenas para responder a pouco mais de metade das necessidades, denuncia agência da ONU
Financiamento para ajudar as pessoas forçadas a migrar e os apátridas «é cada vez mais reduzido» e serve apenas para responder a pouco mais de metade das necessidades, denuncia agência da ONU O porta-voz do alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR), Babar Baloch, alertou esta semana que o financiamento previsto para este ano deverá chegar apenas a 55 por cento do total necessário para prestar apoio aos mais de 68 milhões de refugiados espalhados pelo mundo. À medida que o número de deslocados no mundo aumenta, o financiamento dos doadores tem vindo a cair cada vez mais, com consequência visíveis, como são o aumento da subnutrição, de instalações de saúde superlotadas, crianças em salas superlotadas ou sem escola, e riscos crescentes de proteção devido à falta de pessoal para lidar com crianças ou vítimas de violência sexual, revelou o responsável. Segundo um relatório do do Serviço de Relações com Doadores e Mobilização de Recursos do aCNUR, existem seis situações de refugiados e migrantes particularmente preocupantes: Burundi, República Democrática do Congo, afeganistão, Sudão do Sul, Síria e Somália. Em termos genéricos, o representante do aCNUR refere que milhares de famílias de refugiados estão a utilizar latrinas comunitárias superlotadas, com risco de surtos de doenças, pouca privacidade e exposição de mulheres e crianças. a educação é muito básica, com materiais de aprendizagem insuficientes e salas de aula superlotadas.

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