Estudantes e organizações de defesa dos direitos humanos promoveram manifestações na capital contra a privatização do sistema de abastecimento de água e a exigir uma nova regulamentação para a gestão deste recurso
Estudantes e organizações de defesa dos direitos humanos promoveram manifestações na capital contra a privatização do sistema de abastecimento de água e a exigir uma nova regulamentação para a gestão deste recurso a Igreja Católica, várias organizações de direitos humanos e pelo menos duas universidades de El Salvador, promoveram esta semana duas marchas pelas ruas da capital para exigir a aprovação de uma lei geral sobre a água e reclamar contra a privatização do sistema de abastecimento. No final das manifestações, que culminaram na assembleia Legislativa, os ativistas entregaram aos deputados uma petição com cerca de 200 mil assinaturas, onde é pedido que não privatizem a água e reconheçam em lei o direito humano à água. Durante mais de uma década, a população pediu a aprovação urgente de uma lei geral de águas, agora as mesmas pessoas estão cansadas com a falta de compromisso e vontade de legislar sobre o tema, explicou o arcebispo de San Salvador, José Luís Escobar, citado pela agência Fides. Para o prelado, que foi o porta-voz do grupo de manifestantes, o país atravessa uma profunda crise ambiental que tem impacto na crise da água, uma crise reconhecida e cientificamente documentada, que afeta todos, em especial os que numa situação de pobreza.

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