Conselho de Ministros aprovou um decreto sobre segurança pública, para reduzir custos com a imigração exagerada, expulsar migrantes delinquentes e dar mais poder às forças de segurança
Conselho de Ministros aprovou um decreto sobre segurança pública, para reduzir custos com a imigração exagerada, expulsar migrantes delinquentes e dar mais poder às forças de segurança O governo italiano aprovou esta semana um decreto que endurece as medidas contra a imigração. as novas normas terão agora que ser aprovadas pelo Parlamento e ratificadas pelo Presidente da República. após estes procedimentos transformam-se em decreto lei e passam a vigorar por, pelo menos, um período de 60 dias. É um passo para que a Itália seja mais segura. Para combater com força os mafiosos e os traficantes de pessoas, para reduzir os custos de uma imigração exagerada, para expulsar os delinquentes e os que pedem asilo sem merecê-lo, para retirar a cidadania aos terroristas e dar mais poder às forças de segurança, anunciou o ministro do Interior, Matteo Salvini. Segundo o governante, o decreto garantirá mais direitos aos verdadeiros refugiados, que deverão cumprir seis requisitos para obter asilo político. E estabelece, entre outras possibilidades, que um migrante que pede asilo e comete um delito grave, como um ato de terrorismo ou abuso sexual, seja expulso imediatamente. Debatido e criticado pela imprensa durante várias semanas, o diploma gerou polémica, pela sua dureza. O secretário-geral da Conferência Episcopal de Itália, por exemplo, criticou o facto de que a imigração e a segurança sejam regulamentados num mesmo texto. Isto significa que o imigrante é considerado um problema de segurança, independentemente da sua conduta, o que é uma péssima mensagem, lamentou Nunzio Galantino.

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