Participantes nas Jornadas Missionárias Nacionais consideram que a responsabilidade missionária é ainda débil em algumas dioceses portuguesas. E pedem mais dinâmica nas paróquias para uma Igreja em saída
Participantes nas Jornadas Missionárias Nacionais consideram que a responsabilidade missionária é ainda débil em algumas dioceses portuguesas. E pedem mais dinâmica nas paróquias para uma Igreja em saída Uma Igreja descentrada e em saída, em direção às periferias. Este foi o apelo deixado a toda a hierarquia da Igreja Católica em Portugal e a todos os cristãos, pelos cerca de 300 participantes das Jornadas Missionárias Nacionais, que se realizaram este fim de semana, no Seminário Verbo Divino, em Fátima. Torna-se urgente que durante este ano missionário se promovam nas paróquias, arciprestados e dioceses experiências concretas de saída para outras realidades, dentro ou fora das nossas fronteiras, como sinal de compromisso com o anúncio do Evangelho, pode ler-se nas conclusões do encontro. Para os participantes, muitos deles jovens oriundos de norte a sul do país, a ausência de representantes de algumas dioceses nesta jornadas, é o sintoma de que a responsabilidade missionária nas igrejas locais é ainda uma debilidade pastoral. Neste sentido, apelam a um novo despertar para a missão. Para que o ano missionário [convocado pela Conferência Episcopal Portuguesa em resposta a um desafio do Papa] se torne um momento de graça para a nossa Igreja é urgente criar em todas as dioceses dos Centros Missionários Diocesanos e os Grupos Missionários Paroquiais como promotores e animadores da consciência missionária do povo de Deus, refere o documento final.

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