Ofensiva ao último bastião rebelde pode transformar-se na «pior catástrofe humanitária» do século XXI. agências das Nações Unidas pedem a abertura urgente de corredores para evacuação dos civis
Ofensiva ao último bastião rebelde pode transformar-se na «pior catástrofe humanitária» do século XXI. agências das Nações Unidas pedem a abertura urgente de corredores para evacuação dos civis Tem que haver maneiras de resolver este problema sem que Idlib se torne a pior catástrofe humanitária, com a maior perda de vidas humanas no século XXI, alertou o subsecretário-geral da ONU para os assuntos humanitários, esta segunda-feira, 10 de setembro, antes de se reunir com representantes das organizações humanitárias, em Genebra, na Suíça. O exército fiel ao regime de Bashar al-assad tem vindo a intensificar os bombardeamentos na região, onde vivem cerca de três milhões de pessoas, muitas delas já deslocadas de outras províncias da Síria. Sabe-se que há muitos combatentes, incluindo terroristas de organizações proibidas, mas acho que há 100 civis, a maioria mulheres e crianças, para cada combatente em Idlib, explicou Mark Lowcock, citado pelas agências internacionais. O responsável revelou que a ONU estava preparada para distribuir ajuda a cerca de 800 mil pessoas, das quais 100 mil poderiam ir para uma área controlada por Damasco e 700 mil para o interior da província de Idlib num primeiro momento. Mas as operações têm sido prejudicadas pela concentração de forças em torno de Idlib. O conflito na Síria já provocou mais de 350 mil mortos, desde março de 2011, e milhões de deslocados.

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