Milhares de adolescentes moçambicanas abandonam a escola por causa da gravidez precoce. autoridades tentam a alteração dos ritos de iniciação tradicionais para travar este flagelo
Milhares de adolescentes moçambicanas abandonam a escola por causa da gravidez precoce. autoridades tentam a alteração dos ritos de iniciação tradicionais para travar este flageloalbertina, como muitas outras raparigas moçambicanas, casou aos 15 anos. Engravidou e deixou a escola para cuidar da filha e do marido.como ela, pelo menos mais 3. 000 raparigas abandonaram os estudos em 2017, por causa da gravidez precoce, segundo informações divulgadas por Ivaldo Quincardete, do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano de Moçambique. O país africano é o décimo do mundo com maior índice de mulheres casadas antes dos 18 anos e, no entender de Persília Gouveia, Gestora Sénior de advocacia e Campanha na Visão Mundial, a erradicação do matrimónio infantil e da gravidez precoce passa por uma redefinição dos conteúdos ensinados nos rituais de iniciação na educação das raparigas.

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