Número de migrantes e refugiados que chegaram à Europa nos primeiros sete meses deste ano diminuiu consideravelmente, mas o número de mortos nas travessias por mar e por terra aumentou
Número de migrantes e refugiados que chegaram à Europa nos primeiros sete meses deste ano diminuiu consideravelmente, mas o número de mortos nas travessias por mar e por terra aumentou a Espanha passou a ser a principal porta de entrada na Europa para os migrantes e refugiados que arriscam atravessar o Mediterrâneo, em viagens que se revelam cada vez mais perigosas e fatais. Segundo o alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR), nos primeiros sete meses do ano diminui o número de pessoas a tentar entrar no continente europeu, mas aumentou o número de mortes nas travessias. Três anos depois da imagem do menino sírio morto numa praia da Turquia ter abalado o mundo, a travessia do Mediterrâneo tornou-se ainda mais letal, estimando-se que este ano já tenham morrido pelo menos 1. 600 pessoas na tentativa desesperada de alcançar a Europa. Este relatório confirma que o Mediterrâneo é um dos pontos marítimos mais letais do mundo.com a queda do número de chegadas às costas europeias, já não se trata de saber de a Europa pode fazer frente às taxas migratórias, mas de pode demonstrar humanidade suficiente para salvar vidas, disse esta segunda-feira, 3 de setembro, a diretora do aCNUR para a Europa, Pascale Moreau. Neste sentido, a responsável apela às instâncias europeias que desenvolvam as vias legais e seguras de entrada para refugiados, incluindo o aumento de vagas de recolocação e a eliminação de obstáculos de reunificação familiar, proporcionando assim alternativas às perigosas travessias.

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