à crise de vocações na Europa, os tempos de mudança mostram outras formas de vida consagrada. Religiosos não devem perder a identidade.
à crise de vocações na Europa, os tempos de mudança mostram outras formas de vida consagrada. Religiosos não devem perder a identidade. Os números apontam para um decréscimo no número de vocações, na Europa. Os dados não assustam o padre Mark Rtosaert, orador no encontro da União das Conferências Europeias de Superiores/as Maiores ” UCESM, que decorre em Fátima, até 11 de Fevereiro.
O início do terceiro milénio é um tempo de grandes mudanças para os consagrados na Europa, em que a Igreja tem necessidade de um “novo sopro do Espírito”, visí­vel no florescimento de novos movimentos e comunidades, diferentes das formas tradicionais da vida consagrada, frisou durante os trabalhos que reúnem membros de 42 Conferências ou Uniões representando 26 países.
Para este sacerdote, é fundamental que os religiosos não percam a sua identidade, definida nos votos de pobreza, castidade e obediência. E apelou aos participantes para que levem à Europa os valores “esquecidos” da reconciliação, paz, solidariedade, cultura da vida, diálogo e a inter-culturalidade.

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