as famílias, especialmente as crianças, continuam muito desamparadas depois do Terrí­vel terramoto que afectou o Paquistão. a falta de recursos obriga as crianças a trabalhar.
as famílias, especialmente as crianças, continuam muito desamparadas depois do Terrí­vel terramoto que afectou o Paquistão. a falta de recursos obriga as crianças a trabalhar. Muitas famílias das zonas atingidas pelo terramoto que se deslocaram para Lahore e outras cidades importantes do Paquistão, passaram os últimos três meses a procurar emprego. Nalguns casos são as crianças que têm de ganhar dinheiro.
Centenas de escolas ainda não abriram as suas portas, ou operam em tendas, conduzindo ainda mais crianças para o trabalho infantil.
Segundo o Fundo das Nações Unidas para as Crianças (UNICEF), e outras agências a operar no terreno, há um grande aumento no número de crianças a trabalhar desde o desastre. a UNICEF abriu mais de 200 escolas provisórias nas zonas afectadas pelo terramoto, entregando também livros e material escolar, mas continua a preocupação pelo crescente número de crianças que trabalham.
Também há denúncias de crianças órfãs, recebidas por familiares, que são obrigadas a trabalhar, para ajudar a manter a família.
O trabalho infantil continua a ser comum no Paquistão. Segundo os números oficiais, 3,3 milhões de crianças com menos de 14 anos fazem parte da força de trabalho do país. Estimativas não oficiais apontam para um número próximo dos oito milhões.como muitas destas crianças trabalham no sector informal ” trabalhadores domésticos ou empregados de mesa ” é difícil controlar a situação. O trabalho infantil está proibido no Paquistão.
até agora não há uma estratégia para ajudar as crianças afectadas pelo terramoto. as próprias famílias estão desamparadas, pois os projectos de apoio devido a morte, ferimento ou empobrecimento não foram colocados em prática.como resultado, muitas crianças foram forçadas a trabalhar para ajudar a manter a família.

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