Infraestrutura financiada pela União Europeia vai alimentar estação de dessalinização e permitir o acesso a água potável a 75 mil pessoas. Numa segunda fase, está previsto o reforço para beneficiar 250 mil habitantes
Infraestrutura financiada pela União Europeia vai alimentar estação de dessalinização e permitir o acesso a água potável a 75 mil pessoas. Numa segunda fase, está previsto o reforço para beneficiar 250 mil habitantes a União Europeia (UE) deu por concluído esta semana o maior campo de energia fotovoltaica de Gaza, um empreendimento que servirá para fornecer eletricidade à unidade dessalinizadora do sul da região e assegurar água potável a 75 mil pessoas. até 2020, o executivo comunitário espera estender o serviço a 250 mil habitantes. O fornecimento limitado de energia em Gaza é uma das maiores dificuldades para melhorar o acesso da população local a água potável e segura. O campo fotovoltaico é essencial para responder às necessidades urgentes de água e criar condições dignas para as pessoas, assim como mitigar as tensões, sublinhou o comissário de Política Europeia de Vizinhança, Johannes Hann. Em Gaza, 97 por cento da água não está apta para consumo humano, pelo que a UE tem vindo a investir em infraestruturas na Palestina, já que a alta densidade da população leva ao limite as frágeis instalações de que dispõe, deterioradas por anos de conflito. Para assegurar o acesso a energia autossuficiente, equitativo e sustentável, assim como água potável e serviços de higiene para todos, entre 2006 e 2017, a UE disponibilizou um total de 128 milhões de euros. E prevê apoiar a autoridade Palestiniana de Água para reformar o setor.

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