Situação é de tal forma preocupante que uma agência das Nações Unidas já pediu medidas urgentes ao governo, para prevenir mais mortes violentas e desaparecimentos forçados de mulheres
Situação é de tal forma preocupante que uma agência das Nações Unidas já pediu medidas urgentes ao governo, para prevenir mais mortes violentas e desaparecimentos forçados de mulheres apesar das leis criadas recentemente, o número de assassinatos de mulheres continua a aumentar no México. Só nos primeiros seis meses deste ano, pelo menos 402 pessoas foram mortas pelo simples facto de serem mulheres. O Comité para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher pede medidas urgentes para travar os homicídios. a violência que vivemos de descriminação diária ou a violência doméstica que as autoridades não puderam prevenir estão aí e nisso pode haver um maior controlo. Mas seguimos reproduzindo esta cultura machista que não dá valor às mulheres, que as considera como coisas, lamenta Maria da Luz Estrada, coordenadora do Observatório Nacional do Feminicídio e colaboradora da ONU Mulheres. Os dados disponibilizados pelo Observatório indicam que entre 2014 e 2017 pelo menos 8. 900 mulheres foram assassinadas no México, mas apenas 30 por cento dos casos foram investigados de acordo com os protocolos para a violência doméstica. E não é só a violência que vai aumentando, mas a crueldade com que estes crimes são cometidos, realça a responsável.

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