agência de Direitos Humanos das Nações Unidas preocupada com as «detenções arbitrárias» de ativistas, que podem levar a condenações a 20 anos de prisão. O paradeiro dos detidos é desconhecido
agência de Direitos Humanos das Nações Unidas preocupada com as «detenções arbitrárias» de ativistas, que podem levar a condenações a 20 anos de prisão. O paradeiro dos detidos é desconhecido Pelo menos 15 defensores e ativistas de direitos humanos foram detidos nos últimos dois meses na arábia Saudita, de forma aparentemente arbitrária e apenas porque criticaram o governo, alertou, em comunicado, a agência das Nações Unidas para os Direitos Humanos. No documento, os responsáveis da ONU referem que entre os detidos estão várias mulheres ativistas, incluindo uma das primeiras a obter a carta de condução, que não era autorizada a mulheres até há pouco tempo. Na maioria dos casos, o paradeiro dos detidos é desconhecido. Embora não se saiba se já foram indiciados por algum tipo de crime, arriscam ser acusados de delitos que podem levar a sentenças de até 20 anos de prisão. Neste sentido, a ONU pede ao governo saudita que liberte todos os defensores de direitos humanos e ativistas detidos por causa do seu trabalho pacífico. Muitos deles lutaram pelo fim da proibição de condução para mulheres, uma campanha que durou décadas.

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