apesar do apertado controlo das autoridades chineses às informações que circulam na internet, têm-se multiplicado as críticas e as suspeitas nas redes sociais da comercialização de vacinas de má qualidade
apesar do apertado controlo das autoridades chineses às informações que circulam na internet, têm-se multiplicado as críticas e as suspeitas nas redes sociais da comercialização de vacinas de má qualidade Um novo escândalo sanitário, desta vez com vacinas de má qualidade, está a provocar indignação na China, onde chovem críticas nas redes sociais contra a indústria farmacêutica e são lançadas suspeitas sobre possíveis casos de corrupção. apesar do rigoroso controlo da informação no país comunista, a revelação de que uma farmacêutica vendeu centenas de milhares de vacinas contra a raiva sem cumprir com as normas estabelecidas, fez subir de tom os protestos. a indignação multiplicou-se no passado fim de semana, depois da difusão nas redes sociais de um artigo que acusa a companhia de corromper as autoridades para poder vender os seus produtos. Já esta semana, as autoridades da província de Hebei revelaram que cerca de 150 mil pessoas tinham recebido a vacina contra a difteria e contra o tétano de má qualidade, produzida por outra empresa, o que está a acentuar a desconfiança contra os medicamentos chineses. Entretanto, o departamento responsável pela regulação dos medicamentos e alimentos (CFDa) assegurou que não há necessidade de importar vacinas, porque o país tem um sistema completo para garantir a sua qualidade, e anunciou a paralisação da produção na fábrica suspeita. O governo também já prometeu que destituirá os responsáveis se vier a demonstrar-se ter havido negligência.

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