a falta de combustível provocada pelo bloqueio das autoridades israelitas à entrada de mercadorias em território palestiniano está a agravar a crise energética. Cerca de 2. 000 doentes estão em risco
a falta de combustível provocada pelo bloqueio das autoridades israelitas à entrada de mercadorias em território palestiniano está a agravar a crise energética. Cerca de 2. 000 doentes estão em riscoO abastecimento de combustível de emergência proporcionado pelas Nações Unidas às instalações públicas em Gaza está a esgotar-se e várias unidades de saúde poderão ter que fechar por falta de energia, o que pode colocar em perigo de vida cerca de 2. 000 pacientes, alertou este fim de semana o coordenador humanitário da ONU para os Territórios Palestinianos Ocupados. Pelo menos um hospital já se viu obrigado a fechar durante umas horas, e os serviços estão a ser reduzidos drasticamente noutros. Devido aos apagões constantes de umas 20 horas por dia, se não se permitir a entrada de combustível de forma imediata, muitas vidas estarão em jogo. Os doentes com deficiências cardíacas e renais, assim com os recém-nascidos nos cuidados intensivos são os correm maiores riscos, adiantou James McGoldrick. as autoridades israelitas proibiram a entrada de combustível a semana passada, como parte das restrições à importação e exportação, alegadamente em resposta ao lançamento de dispositivos incendiários desde Gaza até Israel. a ONU pede o fim das restrições à importação de combustível, pois a quantidade que existe está prestes a esgotar-se.