Milhares de menores foram enviadas para o exterior, através de adoções ilegais, num dos Capítulos mais obscuros da ditadura de augusto Pinochet. Mães têm procurado os filhos nas redes sociais
Milhares de menores foram enviadas para o exterior, através de adoções ilegais, num dos Capítulos mais obscuros da ditadura de augusto Pinochet. Mães têm procurado os filhos nas redes sociais O juiz especial de causas de direitos humanos, Mario Carroza, está a dirigir uma extensa investigação relacionada com alegado roubo de menores no Chile durante a liderança de augusto Pinochet. Embora as investigações estejam centradas nos anos da ditadura, o magistrado alargou o âmbito das diligências até ao ano 2000, depois de ter recebido novas denúncias. Segundo as agências internacionais, embora esteja descartado o rapto de crianças como método repressivo, como aconteceu na argentina, acredita-se que as condições dessa época facilitaram a atuação de grupos dedicados a captar menores para enviá-los para o exterior com fins económicos. Não estabelecemos um padrão que diga [que há] relação com alguma política estatal de repressão. Parece mais uma espécie de associação ilícita, uma organização com fins lucrativos a respeito da adoção de pessoas, de maneira irregular, explicou o advogado do Instituto Nacional de Direitos Humanos Pablo Rivera, que apresentou denúncias em nome das mães. Os dados oficiais sobre adoções no Chile indicam, que entre 1973 e 1987, foram registados 26. 611 processos, mas não se sabe quantas crianças foram levadas para o exterior. até agora, o juiz Mario Carroza conseguiu determinar que pelo menos 2. 021 crianças foram adotadas na Suécia. Outras, foram para a alemanha, França, Itália, Espanha, Holanda, Suíça, Estados Unidos da américa, Uruguai e Peru.

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