Programa prevê ajudas para ações de formação em educação e saúde. Nos últimos anos, o governo português tem investido mais de cinco milhões de euros anuais em ajuda Pública ao Desenvolvimento no país africano
Programa prevê ajudas para ações de formação em educação e saúde. Nos últimos anos, o governo português tem investido mais de cinco milhões de euros anuais em ajuda Pública ao Desenvolvimento no país africanoO Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, organismo responsável pela cooperação portuguesa no exterior, está a ultimar com o governo angolano um Plano Estratégico de Cooperação para o período 2018 a 2022, que manterá o foco na formação, educação e saúde. as negociações deve estar concluídas antes da visita do primeiro-ministro português a angola, prevista para o final de julho. Há claramente um espírito positivo entre os dois lados, há uma grande disponibilidade, tanto de Portugal como da parte de angola, e flexibilidade de se encontrarem os necessários entendimentos para termos resultados positivos quando o senhor primeiro-ministro vier a angola, explicou o vice-presidente do Instituto Camões, Gonçalo Teles Gomes, citado pela agência Lusa. Nos últimos anos, Portugal tem canalizado mais de cinco milhões de euros anuais de ajuda Pública ao Desenvolvimento, para projetos de cooperação com angola, sobretudo nas áreas da educação e saúde. Uma verba que não quantifica todo o tipo de apoio prestado e que pode aumentar, com o novo programa, adiantou o responsável. além do novo plano estratégico, o Instituto Camões tem a competência delegada da União Europeia para gerir dois projetos, já em curso, comparticipados por fundos comunitários e por Portugal, na área da formação técnico-profissional, avaliado em 20 milhões de euros, e outro de segurança alimentar, de 65 milhões de euros, a desenvolver no sul de angola.

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