Só este ano já morreram mais de 1. 000 pessoas a tentar a travessia entre África e as zonas costeiras da União Europeia. Responsável da ONU reclama ação urgente da comunidade internacional
Só este ano já morreram mais de 1. 000 pessoas a tentar a travessia entre África e as zonas costeiras da União Europeia. Responsável da ONU reclama ação urgente da comunidade internacional Os mais de 200 migrantes que se afogaram nos últimos dias no Mediterrâneo central fizeram aumentar para mais de 1. 000 o número de mortos, desde janeiro, na principal rota migratória entre África e a União Europeia, revelou o alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR). Estas mortes trágicas recordam-nos que as guerras e a pobreza continuam a levar as pessoas a empreender viagens desesperadas que lhes custam a suas economias, a sua dignidade, e, em alguns casos, a sua vida, lamentou, em comunicado, o líder do aCNUR, Filippo Grandi. De acordo com dados da agência da ONU, mais de 200 migrantes morreram afogados no Mediterrâneo central nos passados dias 19 e 20 de junho, em três naufrágios. Tendo em conta que a chegada do verão faz prever um aumento do número de travessias, Grandi pede uma ação internacional urgente para reforçar os esforços de salvamento no mar.

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