Bispos lançaram um apelo às autoridades para reforçarem a proteção à vida e aos bens dos ugandeses. Nos primeiros quatro meses deste ano foram registados 42 casos de rapto, com pedido de resgate
Bispos lançaram um apelo às autoridades para reforçarem a proteção à vida e aos bens dos ugandeses. Nos primeiros quatro meses deste ano foram registados 42 casos de rapto, com pedido de resgate Os bispos do Uganda manifestam-se preocupados com a onda de raptos que alastra no país e que tem afetado sobretudo mulheres e crianças, em particular na região de Kampala. Os raptores exigem o pagamento de resgates às famílias das vítimas, mas mesmo quando elas aceitam pagar, nem sempre é cumprida a libertação. Notamos com grande preocupação o aumento de raptos, de episódios relacionados com o crime organizado e de assassinatos. O governo e todas as forças de segurança devem aumentar os esforços para proteger as vidas e propriedades dos ugandeses, afirmam os prelados, na declaração final da sua última assembleia Plenária. Segundo dados da polícia local, nos primeiros quatro meses deste ano, foram registados 42 casos de rapto, com pedido de resgate. O fenómeno é transversal a todo o país, mas tem-se notado com mais incidência na região de Kampala. Recentemente, vários ativistas colocaram caixões vazios em frente ao Parlamento, para denunciar a falta de respostas adequadas por parte das forças de segurança.

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