Deslocamentos massivos no interior do país nos primeiros quatro meses do ano fizeram disparar a quantidade de deslocados para números nunca antes registados em sete anos de guerra
Deslocamentos massivos no interior do país nos primeiros quatro meses do ano fizeram disparar a quantidade de deslocados para números nunca antes registados em sete anos de guerra Mais de 920 mil sírios foram obrigados a deixar as suas casas nos primeiros quatro meses deste ano, o que representa um recorde desde o início da guerra, que já vai no sétimo ano, anunciou esta semana o coordenador humanitário das Nações Unidas para a Síria, Panos Moumtzis. É o maior número de deslocados num curto espaço de tempo, desde que começou o conflito, revelou o responsável, explicando que a maior parte dos deslocamentos tem ocorrido no interior do país. até agora, 6,2 milhões de abandonaram os seus locais de origem e cerca de 5,6 milhões estão refugiados nos países vizinhos. Segundo Moumtzis, os novos deslocados viram-se obrigados a partir devido à intensificação dos combates no bastião rebelde de Guta Oriental e na província de Idlib, que está praticamente controlada por islamitas e grupos rebeldes extremistas. a guerra, que começou em 2011, com a repressão de manifestações pacíficas que pediam reformas democráticas, já provocou mais de 350 mil mortos.

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