agricultores vão receber sementes e animais para criação. Está ainda prevista a reconstrução de fontes de água e formação para reduzir a vulnerabilidade associada às mudanças climáticas
agricultores vão receber sementes e animais para criação. Está ainda prevista a reconstrução de fontes de água e formação para reduzir a vulnerabilidade associada às mudanças climáticas O governo de angola e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento agrícola (FIDa) assinaram um novo acordo financeiro para aumentar a segurança alimentar de pelo menos oito mil famílias de zonas rurais das províncias de Benguela, Cunene e Huíla. O projeto prevê um investimento global de 6,3 milhões de euros, sendo que 4,2 milhões são a título de empréstimo e 840 mil euros são doados pela FIDa. Os beneficiários vão receber sementes para plantio e também galinhas, cabras, ovelhas e porcos para criação. ao abrigo deste programa, os agricultores poderão aumentar as colheitas e melhorar a produção de gado, revertendo assim os impactos negativos das secas prolongadas de 2016. Serão ainda reconstruídas fontes de água e dadas orientações para reduzir a vulnerabilidade associada aos eventos do clima. Segundo a agência da ONU, o setor agrícola emprega 44 por cento da população angolana e contribui com 10 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Mais da metade da população pobre de angola vive nas zonas rurais e depende exclusivamente da agricultura como meio de subsistência, um setor que foi fortemente afetado durante décadas de guerra civil.