Os poderosos do mundo, que tentam mediar a paz no Meio Oriente, disseram que o grupo islâmico Hamas tem que rejeitar a violência e reconhecer o estado de Israel, para que o novo governo seja apoiado.
Os poderosos do mundo, que tentam mediar a paz no Meio Oriente, disseram que o grupo islâmico Hamas tem que rejeitar a violência e reconhecer o estado de Israel, para que o novo governo seja apoiado. O chamado Quarteto, formado pela Rússia, a União Europeia, os Estados Unidos e as Nações Unidas, frisaram que vão continuar a apoiar o governo do presidente Mahmoud abbas, pelo menos até que um novo governo seja formado.
O objectivo é dar ao Hamas, que teve uma enorme vitória nas eleições parlamentares palestinianas da semana passada, espaço para mudar as suas políticas antes de formar um novo governo, provavelmente dentro de três meses.
“O Quarteto concluiu que é inevitável que qualquer assistência futura ao novo governo dependa do compromisso deste com os princípios da não-violência, o reconhecimento de Israel e a aceitação dos acordos e obrigações prévias”, disseram numa declaração pública.
O Hamas imediatamente rejeitou as condições listadas pelo Quarteto, afirmando que é Israel que tem de mudar. “O Quarteto deve exigir o fim da ocupação israelita e das agressões… não exigir que a vítima reconheça a ocupação e fique amarrada face à agressão”, disse o porta-voz do Hamas, Sami abu Zuhri.
a autoridade Palestiniana depende totalmente dos fundos estrangeiros para manter-se. Só no ano passado a União Europeia doou 500 milhões de euros para a sua manutenção.

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