Começou o último encontro preparatório para a conferência internacional da região africana dos Grandes Lagos na capital do Quénia, Nairobi. Conta com a participação de delegados de onze países.
Começou o último encontro preparatório para a conferência internacional da região africana dos Grandes Lagos na capital do Quénia, Nairobi. Conta com a participação de delegados de onze países. O encontro de três dias, organizado por um secretariado conjunto da União africana (Ua) e das Nações Unidas (ONU), é o quarto do processo que visa trazer a paz e a segurança à região. Os participantes vão analisar propostas de acção que reflectem os projectos prioritários e os protocolos que foram adoptados pelo encontro de ministros regional em Lusaka, na Zâmbia, em Julho de 2005.
Os países que formam a conferência são a angola, o Burundi, a República Centro-africana, a República do Congo, a República Democrática do Congo, o Quénia, o Ruanda, o Sudão, a Tanzânia, o Uganda e a Zâmbia.
Os programas de acção, projectos e protocolos cobrem os quatro temas da conferência internacional, que terá lugar em Nairobi ainda este ano. Os temas são: paz e segurança; democracia e boa governação; desenvolvimento económico e integração regional; e assuntos humanitários e sociais.
Este encontro preparatório acontece dias depois do conselho de segurança ter adoptado uma resolução apelando aos estados dos Grandes Lagos para que terminem o processo preparatório. a cimeira estava programada para Dezembro 2005, mas foi adiada para este ano, para uma data ainda não determinada.
a resolução do conselho, adoptada na passada sexta-feira, apelou aos líderes da região para “concluir a preparação da segunda cimeira, incluindo de modo claro os assuntos relacionados com a paz e a segurança, com vista a adoptar um Pacto de Segurança, Estabilidade e Desenvolvimento para os países da região”.
Os membros do conselho pedem que os países dos Grandes Lagos reforcem a sua cooperação com o conselho de segurança de modo a tornar efectivo o embargo de armas à República Democrática do Congo, combatendo o tráfico ilegal de armas de fogo.

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