a grave seca que se faz sentir no país vai deixar mais de 600 mil pessoas sem alimentos nos próximos meses, segundo a organização não governamental ação contra a Fome
a grave seca que se faz sentir no país vai deixar mais de 600 mil pessoas sem alimentos nos próximos meses, segundo a organização não governamental ação contra a Fome a pior seca dos últimos anos ameaça deixar sem alimentos mais de 600 mil pessoas na Mauritânia, entre junho e setembro, alerta a organização não governamental (ONG) ação contra a Fome. Neste momento há mais de 300 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e se as estimativas se confirmarem, este ano a fome irá afetar mais 54 por cento de mauritanos do que em 2017. Os fatores que desencadearam esta situação crítica foram a grave seca, que esgotou os pastos muito antes do habitual e prejudicou a produção de leite, e os preços do gado, num país em que a pastorícia é o principal meio de subsistência, explica a representante da ONG na Mauritânia, Elena Vicario. Segundo a responsável, o primeiro impacto começará a verificar-se entre as crianças mais pequenas, pelo que a resposta humanitária deve ser o mais rápida e extensa possível. a distribuição de dinheiro efetivo é apontada como uma das respostas de emergência mais eficazes, pois permite assistir um maior número de pessoas, em comparação com a distribuição de comida, adianta a organização.