Quatro palestras ao longo do mês de maio vão abordar os efeitos da crise migratória e das alterações climáticas, bem como o contributo das mulheres e das minorias para a mudança do mundo. a resposta da Igreja às problemáticas atuais também estará em foco
Quatro palestras ao longo do mês de maio vão abordar os efeitos da crise migratória e das alterações climáticas, bem como o contributo das mulheres e das minorias para a mudança do mundo. a resposta da Igreja às problemáticas atuais também estará em focoCristãos, não-cristãos, pessoas ligadas ao ensino superior e aquelas que assumem forte empenho na luta por um mundo mais justo e fraterno, na sua maioria mulheres, vão dinamizar uma nova edição do ciclo Conferências de maio, que este ano vai decorrer sob o tema Novos sinais dos tempos – Que fazer? O ciclo é constituído por quatro palestras, que terão sempre lugar no auditório do Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, a partir das 18h30, e com entrada livre.

Dia 2, a conferência a nova desordem internacional, os refugiados e a luta pela paz, será uma ocasião para analisar a situação conturbada a nível internacional e com tão graves violações de direitos humanos, que provocam a deslocação de milhares de refugiados e ameaças à paz, refere a organização em comunicado.

a 9 de maio é vez de abordar as alterações climáticas e o cuidar da casa comum. a reflexão do dia 16 partirá da questão: Como as mulheres e as minorias estão a mudar o mundo? Por último, a 23, a palestra centrar-se-á no tema a Igreja em Portugal e a resposta aos novos tempos.

Entre os intervenientes encontram-se Guilherme d”Oliveira Martins, administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, Romualda Fernandes, assessora na Câmara Municipal de Lisboa, José Traquina, bispo de Santarém, bem como Maria augusta Babo, Helena Topa Valentim e José Leitão, da Universidade Nova de Lisboa, entre outros. as Conferências de maio são organizadas por profissionais do Centro de Reflexão Cristã (CRC).