a falta de vontade de vários países, tendo à cabeça os Estados Unidos da américa, impede o progresso das negociações para controle de armas ligeiras.
a falta de vontade de vários países, tendo à cabeça os Estados Unidos da américa, impede o progresso das negociações para controle de armas ligeiras. Em duas semanas de discussões, os governos não conseguiram um acordo numa conferência organizada pelas Nações Unidas sobre a proliferação e o mau uso de armas ligeiras. O impasse vai continuar a permitir a morte de milhares de pessoas, enquanto mais milhares ficarão feridas, em estado de choque ou impossibilitadas de continuarem a sua vida normal, de receberem curas médicas ou de prosseguirem os seus estudos por causa da violência armada.
Os Estados Unidos da américa, Israel, o Irão e o Egipto, que em geral se encontram em campos opostos nestes assuntos, colocaram-se esta semana do mesmo lado da mesa das discussões, causando a paragem do progresso da discussão e impedindo desta maneira que milhares de pessoas sejam salvas da morte todos os anos.
a estes quatro países aliaram-se outros como a China, a Síria, a Índia e o Paquistão, impedindo o consenso sobre um documento final, que devia ser emitido pela conferência. Tal documento não era ideal, mas era a única opção ainda aberta sobre a mesa neste difícil problema.
“é verdadeiramente trágico que muitos países progressistas se não tenham oposto a esta minoria de estados que impedem um maior controlo da movimentação das armas pelo mundo além. a maior parte dos países têm passado bastante tempo e muito esforço para que a vida de muitos homens, mulheres e crianças sejam poupadas pela violência. Se deixarem que a mesma situação se repita na próxima reunião, que deve ter lugar em Junho, será um acto de traição para com milhões de pessoas cujas vidas são queimadas pelas armas”, disse Rebecca Peters, directora da Rede Internacional de acção sobre armas Ligeiras.

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