a agência das Nações Unidas para os refugiados pediu aos governos que combatam o tráfico de seres humanos, depois de um barco com etíopes e somalis se ter afundado.
a agência das Nações Unidas para os refugiados pediu aos governos que combatam o tráfico de seres humanos, depois de um barco com etíopes e somalis se ter afundado. No passado Domingo, 22 dos 120 passageiros do barco com distino ao Iémen foram dados como mortos. Outros 28 continuam desaparecidos. Há menos de uma semana, a 16 de Janeiro, quatro etíopes e 16 somalis perderam a vida no porto de Puntland, Somália. Seis saltaram do barco por não aguentar a sede, e os outros 14 morreram a bordo de sede e fome, segundo relatório do alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR).
O porta-voz da agência, William Spindler, frisou que estes incidentes e a realidade de tráfego de seres humanos provavelmente não é mais que a “ponta do iceberg”. “Tem que ser feito um grande esforço para combater o fenómeno do tráfego, ao mesmo tempo que damos protecção a estas pessoas”, disse de Genebra. Os somalis e os etíopes normalmente fogem da pobreza, da fome ou da guerra.
Spindler lançou um apelo às autoridades somalis para que informem os potenciais migrantes e refugiados dos perigos envolvidos nestas viagens. “Devem deixá-los partir, mas eles devem estar conscientes dos perigos”, disse. E acrescentou que a informação deve ser dada pelo governo, mas também por fontes de informação “neutras” que criem uma maior confiança. Deste modo, os potenciais imigrantes não vão ser a informação como uma maneira de fazê-los ficar.
Todos os anos, milhares de refugiados e imigrantes chegam ao Iémen, nação signatária da convenção sobre os refugiados de 1951. as autoridades do Iémen reconhecem o estatuto de refugiados automaticamente a todos os que se registam no aCNUR. O Iémen é visto como uma plataforma para trabalhar em outros estados do Golfo, como a arábia Saudita.

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