Prazo estabelecido entre o governo e o Exército de Libertação Nacional está prestes a terminar e tanto a Igreja como as Nações Unidas pedem às partes envolvidas que renovem o acordo
Prazo estabelecido entre o governo e o Exército de Libertação Nacional está prestes a terminar e tanto a Igreja como as Nações Unidas pedem às partes envolvidas que renovem o acordo Em vésperas do cumprimento do prazo de cessar-fogo entre o governo colombiano e o Exército de Libertação Nacional (ELN), que termina a 12 de janeiro, as Nações Unidas e a Igreja pediram às partes envolvidas que preservem o acordo e o diálogo de paz. Num comunicado conjunto, os responsáveis das duas instituições manifestaram-se conscientes das dificuldades do processo assinado em Quito, no Equador, mas apelaram à construção de um acordo mais robusto que gere maior confiança entre as partes e a sociedade colombiana. No documento, é ainda realçado o alívio humanitário que a pausa nas hostilidades significou para as comunidades e a diminuição da violência na maioria das zonas afetadas pelo conflito: São benefícios tangíveis que resultam em maior legitimidade para o processo de paz. O diálogo entre o governo colombiano e o ELN decorre no Equador desde fevereiro de 2017, sendo que o prazo estipulado para o cessar fogo, alcançado no passado mês de outubro, termina na próxima sexta-feira. É esperada uma decisão sobre a extensão deste prazo nos próximos dias.