Os seis milhões de turistas que visitaram Fátima o ano passado são um sinal de que a Cova da Iria não é um local para visitar só no 13 de maio. E uma prova da importância do turismo religioso para o país, admite o ministro da Economia
Os seis milhões de turistas que visitaram Fátima o ano passado são um sinal de que a Cova da Iria não é um local para visitar só no 13 de maio. E uma prova da importância do turismo religioso para o país, admite o ministro da EconomiaO turismo religioso tem crescido muito em Portugal, mas tem ainda muito para crescer e é esse tipo de turismo que continua a colocar Portugal no mapa, afirmou o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, esta quarta-feira, 22 de novembro, no Congresso Internacional de Turismo Religioso e Peregrinação, que decorre em Fátima. Depois de citar os seis milhões de visitantes em Fátima, em 2016, e de sublinhar o crescimento de 40 por cento no número de dormidas na Cova da Iria previsto para este ano, o governante referiu que o turismo em geral tem tido um crescimento significativo no nosso país, com a particularidade de se estar a espalhar mais ao longo do ano e do país, o que se assegura uma maior estabilidade para o setor. No se que refere ao turismo religioso, Manuel Caldeira Cabral considera que deve ser integrado no movimento turístico em geral, para proporcionar novas experiências, e experiências mais marcantes a quem visita o país, mesmo que motivado pela parte espiritual. O turismo religioso é muito mais amplo do que as noites que se ficam em Fátima. Muitos turistas do Brasil, por exemplo, gostam de vir a Portugal, e uma das experiências que os marca é vir a Fatima, mas nunca veem a Portugal vindo apenas a Fátima, porque têm que entrar por um aeroporto de Lisboa, ou porque aproveitam para visitar o resto do país, sublinhou o ministro.