as autoridades etíopes libertaram mais de 11. 200 pessoas detidas em Novembro, durante ao período de tensão Política que se seguiu às eleições, em que pelo menos 46 pessoas morreram.
as autoridades etíopes libertaram mais de 11. 200 pessoas detidas em Novembro, durante ao período de tensão Política que se seguiu às eleições, em que pelo menos 46 pessoas morreram. Num relatório policial publicado na passada sexta-feira pode ler-se: “Depois de apresentados os relatórios da investigação ao procurador público, e por sua ordem, a polícia libertou 2. 252 prisioneiros cuja participação na violência foi mí­nima e que podem seguir os seus casos fora da prisão”.
Outros 734 prisioneiros detidos depois da violência eclodir na capital, addis ababa, foram libertados a 6 de Janeiro, de acordo com um relatório da agência de notícias estatal. E muitos mais foram libertados até agora.
Porém, o número exacto dos que continuam detidos pelas autoridades etíopes continua incerto. Os meios de comunicação estatal dizem que 635 prisioneiros permanecem no campo de detenção de Ziway, a 150 quilómetros da capital. Um segundo centro de detenção, localizado em Dedesa, a 400 quilómetros da capital, foi fechado por alegados abusos aos prisioneiros. Os seus 2. 678 foram transferidos para Ziway. Segundo os membros da oposição há mais detidos em outras partes do país.
Entre os que continuam detidos estão: Hailu Shawel, líder do partido da oposição Coligação para a Unidade e a Democracia; Berhanu Nega, presidente da câmara de addis ababa; e Mesfin Wolde Mariam, um proeminente activista dos direitos humanos. Fazem parte de um grupo de 129 líderes da oposição, jornalistas e trabalhadores humanitários acusados de traição, genocídio entre outras coisas relacionadas com a violência.
a União Europeia e os Estados Unidos pediram que todos os prisioneiros políticos fossem libertados. alguns países retiraram mais de 300 milhões de euros em ajuda ao orçamento governamental devido às detenções.
O primeiro-ministro Meles Zenawi disse que umas três mil pessoas vão ser julgadas pelos distúrbios de Junho e de Novembro. Já ordenou uma investigação independente ao que aconteceu.

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