as conversações de paz com o governo são vistas como definitivas, disse o principal negociador do maior grupo rebelde muçulmano, apesar de terem chegado a acordo em apenas metade dos pontos de discórdia.
as conversações de paz com o governo são vistas como definitivas, disse o principal negociador do maior grupo rebelde muçulmano, apesar de terem chegado a acordo em apenas metade dos pontos de discórdia. Mohaqher Iqbal, membro do comité central da Frente de Libertação Islâmica Moro (FLIM), disse que este grupo está confiante de que o acordo dobre a terra ancestral dos quatro milhões de muçulmanos, no sul do país, vai ser assinado durante os primeiros seis meses deste ano. Mas o acordo final vai ter que esperar até que ambas as partes concordem na forma de governo que vai ter o território muçulmano.
“Já terminámos 85 porcento, falando de forma quantitativa”, disse Iqbal à agência Reuters. “Em termos de qualidade, ainda estamos longe, pois a última fase das conversações é a mais difícil e ainda só estamos a metade. Mas estamos a avançar”.
” a FLIM é muito prática. Não tentaremos reclamar território que já não esteja nas mãos dos muçulmanos. Mas, como os Índios nativos que viviam em Manhattam, em Nova Iorque, gostariamos de discutir compensações pelos territórios perdidos”.
Os pormenores quanto ao assunto do território e de governo, incluindo o possível desarmamento, vão começar depois de ambas as partes concordarem nos limites do dominio ancestral.

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