Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social apela a um melhor acolhimento, com base no diálogo e abertura ao outro.
Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social apela a um melhor acolhimento, com base no diálogo e abertura ao outro. às vezes até dói a alma, da forma como acolhemos”, desabafou o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, augusto César durante a sessão de encerramento do VI Encontro Nacional de apoio ao Imigrante que terminou esta manhã, em Fátima.
O prelado apelou ao trabalho de criação de uma nova mentalidade de acolhimento e integração dos imigrantes, ciente da experiência particular que a sociedade portuguesa possui: de país de emigração passou a país de imigração.
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social salientou ainda que a Igreja está atenta e preocupada com esta situação: um mundo que é um puzzle de cores e raças diferentes.
D. augusto César manifestou a sua “tristeza” pela forma como as campanhas, e neste caso a campanha das presidenciais está a decorrer. “Nós, que nos devemos abrir ao diálogo, como é que usamos uma linguagem de humilhação e rejeição?” questionou.
Sem nunca referir-se directamente a nomes e a campanhas, o bispo criticou os “discursos de rejeição” de alguns dos candidatos, em que não são aceites os pontos de vista dos outros. Isto quando, se devia “discutir ideias e projectos”, desabafou.
“Temos que nos converter mas os políticos também. Temos que dar outra imagem ao mundo”, concluiu.

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