O diálogo é o elemento de ligação entre os homens. Só faz sentido se for genuí­no e aberto. é no diálogo que “nos afirmamos na totalidade de nós próprios”.
O diálogo é o elemento de ligação entre os homens. Só faz sentido se for genuí­no e aberto. é no diálogo que “nos afirmamos na totalidade de nós próprios”. “Cada ser humano é ser em relação pelo diálogo. E tem de sê-lo pelo diálogo”, afirmou Henrique Pinto, director da CaIS, durante o workshop “Cidadania, entretenimento e desporto”, durante o VI Encontro de apoio social ao imigrante que decorre até amanhã, em Fátima.
O diálogo impõe-se portanto, por si próprio. Deve ser um diálogo aberto, “o mais adequado tributo que alguém pode prestar ao Mistério que envolve a vida humana”, referiu o director da CaIS.
“Ser é existir numa relação dialogante” numa relação em que, cada um faz “o exercício crítico de si próprio” em relação ao outro. Esta relação de diálogo pressupõe sempre uma relação de forças, entre um e outro, num tempo e espaço definido. Mas nunca uma relação de domí­nio de um em relação ao outro. “Cidadania ou solidariedade é a mais genuí­na forma de ser”, frisou.

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