é a revolta contra a desigualdade de oportunidades que levou aos recentes acontecimentos, violentos, em França.
é a revolta contra a desigualdade de oportunidades que levou aos recentes acontecimentos, violentos, em França. Os recentes acontecimentos de Paris reflectem um “problema de integração das segundas e terceiras gerações”. Esta é a análise de Roberto Carneiro, coordenador do Observatório da Imigração do aCIME durante o espaço de debate da conferência “Educar para a inter-culturalidade”, do VI Encontro de apoio Social ao Emigrante que decorre até amanhã, em Fátima.
O orador referiu eu a questão subjacente a estes acontecimentos reside na “revolta” contra a injustiça. Ou seja, estes jovens já nasceram em França e são cidadãos franceses de plenos direitos; no entanto, não têm igualdade de oportunidades, isto é, “são rejeitados”.
E porquê? ” a sociedade é incumbente, defende os que cá estão”, afirmou referindo-se também aos inúmeros comentários sobre a falsa questão que, os imigrantes estariam a tirar os empregos aos portugueses, quando estes vêm fazer tarefas que os portugueses recusam.
Roberto Carneiro apelou a um olhar atento sobre a integração dos imigrantes em Portugal para que este tipo de situações não ocorra no nosso país.

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