a família precisa descobrir-se como projecto e reconhecer quais são as suas prioridades, enquanto tal.
a família precisa descobrir-se como projecto e reconhecer quais são as suas prioridades, enquanto tal. Em entrevista ao jornal O Mensageiro, o director do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar (SCPF), padre Luís Inácio João defende que as famílias têm, actualmente, dificuldades em encontrar o “projecto prioritário”. O problema reside na oferta, quase ilimitada, de opções.
Ofertas estas vagas e que oferecem, muitas vezes “o vazio e a desmobilização da opção pessoal”.
a família é ” defende o director do SDPF ” “muito mais que um desfecho inevitável de uma atracção natural. é dada à consideração de cada um para avaliar e nela investir o próprio ser”. a família ” relembra ” não é uma coisa do passado, continua a ser “a célula fundamental da sociedade”.
a mudança essencial para que a família seja, de facto, igreja doméstica passa pela pastoral. “Toda a pastoral ou será familiar ou não será pastoral”, afirma o sacerdote.
Numa sociedade em que uniões de facto, famílias monoparentais, famílias separadas e outras refeitas são muitas, Luís Inácio João defende que estas situações “nunca deveriam ser encaradas como sucedâneas ou alternativas mas, como apelos a mais e melhor família”.
Por detrás das situações “há dramas” nesta caminhada que é “busca de uma verdadeira expressão familiar”.

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