Há já dois dias que chove e neva na Caxemira, impedindo os voos humanitários e aumentando a miséria dos sobreviventes que vivem em tendas e refúgios precários.
Há já dois dias que chove e neva na Caxemira, impedindo os voos humanitários e aumentando a miséria dos sobreviventes que vivem em tendas e refúgios precários. O departamento de meteorologia do Paquistão disse que algumas partes da zona do sismo estão debaixo de 60 centí­metros de neve. abbotabad, a cidade com melhores condições médicas da zona, tornou-se rapidamente num local onde as vítimas do sismo procuram refúgio das temperaturas glaciares e da pesada neve. Muitas vias estão bloqueadas.
“até a estrada entre Murree e Muzaffarabad esteve totalmente bloqueada no Domingo”, disse awais Tirimezi, um voluntário de um grupo humanitário local. acrescentou que as autoridades parecem não dispor dos equipamentos pesados para limpar a neve das estradas. a situação é ainda mais crí­tica nas regiões montanhosas, onde uns 400 mil sobreviventes tentam desesperadamente continuar vivos.
Segundo Ishfaq ahmed, que organiza o esforço humanitário do Fundo de ajuda Internacional a Caxemira, só no último mês, quase uma centena de crianças perderam a vida devido ao frio em Muzaffarabad e Bagh, as duas maiores cidades da Caxemira administrada pelo Paquistão. a mortalidade noutras partes é desconhecida, já que muitas zonas estão completamente inacessí­veis.
O maior problema são os abrigos, a maior parte das pessoas não tendas apropriada para o Inverno, por outro lado, devido às condições climáticas, é extremamente difícil levar às pessoas os materiais apropriados para construir um abrigo. Há consenso em admitir que a situação é crí­tica.

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