a 1 de Janeiro, os líderes da África Oriental deram um tom sombrio à mensagem de ano novo. advertiram que, devido à pouca chuva, milhões de pessoas da região estão em risco de fome.
a 1 de Janeiro, os líderes da África Oriental deram um tom sombrio à mensagem de ano novo. advertiram que, devido à pouca chuva, milhões de pessoas da região estão em risco de fome. O presidente do Quénia, Mwai Kibaki, disse que a fome que enfrenta a maior economia da região é um desastre nacional. Mais de três milhões de pessoas, 10 por cento da população, precisam de apoio local e internacional. Só para o Quénia, são precisos uns 150 milhões de euros.
No pequeno Burundi, país produtor de café, o presidente Pierre Nkurunziza baixou os impostos sobre as importações de bens alimentares, para ajudar milhares de pobres agricultores. “Em relação à fome que afecta algumas regiões do país, o governo decidiu reduzir o imposto sobre os produtos alimentares importados de 30 para cinco por cento”, disse Nkurunziza.
Também anunciou a libertação dos prisioneiros que já tenham cumprido a quarta parte da respectiva sentença, para descongestionar as prisões. Excepto os que tenham sido condenados por violação e assassínio.
O Burundi está a recuperar de 12 anos de conflito entre a maioria hutu e a minoria tutsi, que matou mais de 300 mil pessoas.
Na vizinha Tanzânia, o presidente Jakaya Kikwete, recentemente eleito, descreveu a situação alimentar como precária e pediu aos tanzanianos que usem os recursos alimentares com sabedoria. “as chuvas não foram suficientes para a nossa agricultura”, disse. 613 mil pessoas vão precisar de 21. 500 toneladas de comida entre Novembro 2005 e Fevereiro 2006.
Foi lançado o alerta também para a Etiópia e a Somália.

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