atriz alerta para o ressurgimento de políticas que «encorajam o medo e o ódio» e recorda que, ultimamente, não tem havido uma única campanha humanitária que tenha recebido pelo menos metade do financiamento solicitado
atriz alerta para o ressurgimento de políticas que «encorajam o medo e o ódio» e recorda que, ultimamente, não tem havido uma única campanha humanitária que tenha recebido pelo menos metade do financiamento solicitado a atriz e enviada especial das Nações Unidas para os Refugiados, angelina Jolie, alertou esta quinta-feira, 16 de março, em Genebra (Suíça), para a maré crescente de nacionalismo, mascarada de patriotismo, e o ressurgimento de políticas que encorajam o medo e o ódio. Jolie, que falava numa sessão de homenagem ao ex-funcionário da ONU, Sérgio Vieira de Mello, avisou para os perigo dos danos causados à organização quando lhe são pedidos trabalhos de diplomacia ou propostas tarefas quase impossíveis, sem o financiamento adequado. Segundo a atriz, nos últimos tempos, não há um único apelo humanitário no mundo que tenha recebido pelo menos metade do montante necessário. Exemplo disso, realçou, são os casos dos países que estão a passar por uma crise de fome, para onde foram alocados fundos apenas na ordem de 17, sete e cinco por cento, do total necessário.