até agora já morreram 3. 740 pessoas quando tentavam cruzar o oceano, um número que leva as autoridades a temer que 2016 possa ser ainda mais mortí­fero para os migrantes do que o ano anterior
até agora já morreram 3. 740 pessoas quando tentavam cruzar o oceano, um número que leva as autoridades a temer que 2016 possa ser ainda mais mortí­fero para os migrantes do que o ano anterior apesar do tráfico de refugiados ter descido consideravelmente este ano, o risco de morte durante a travessia entre a Líbia e Itália aumentou. até agora, já morreram pelo menos 3. 740 pessoas a tentar atravessar o Mediterrâneo, o que faz temer que em finais de 2016 a cifra supere o recorde de migrantes afogados, registado em 2015, revelou esta terça-feira, 25 de outubro, um porta-voz do alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR). Segundo William Spindler, o ano passado registaram-se 3. 771 mortes, num universo de cerca de um milhão de migrantes que chegaram à Europa por via marítima. Este ano, calcula-se que tenham chegado à costa europeia 327. 800 refugiados, mas o número de vítimas mortais está muito próximo do de 2015. Para os especialistas, este aumento da taxa de mortalidade estará relacionado com a perigosidade da rota entre a Líbia e Itália, que está agora a ser mais usada pelos traficantes, e que é muito mais extensa que a rota entre a Turquia e a Grécia, a mais usada nas travessias de 2015. Outra mudança de estratégia que temos detetado nos últimos tempos é que os traficantes enviam várias embarcações repletas de imigrantes ao mesmo tempo, o que complica as operações de resgate, por haver literalmente milhares de pessoas para socorrer ao mesmo tempo, adiantou o porta-voz do aCNUR.