Especialistas da saúde expressaram a sua preocupação pelas condições sanitárias nos mais de mil campos espontâneos, que são a casa de muitos dos sobreviventes do sismo.
Especialistas da saúde expressaram a sua preocupação pelas condições sanitárias nos mais de mil campos espontâneos, que são a casa de muitos dos sobreviventes do sismo. “Os campos espontâneos são um potencial risco para a saúde. a falta de condições sanitárias continua a ser uma causa de preocupação”, disse o doutor Khalif Bile, director nacional da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Segundo a OMS, são mais de mil os campos espontâneos onde vivem muitos dos sobreviventes do violento sismo. Só em Muzaffarabad há mais de 23 destes campos, dos quais só 12 têm adequadas condições sanitárias. Bile sugere a permanência de pelo menos um paramédico em cada campo.
Mais de 100 mil pessos ficaram feridas devido ao sismo. além disso, mais de 3,5 milhões de pessoas ficaram sem casa, encontrando-se a estrutura de serviços públicos profundamente danificada. Mais de 80 por cento das facilidades de saúde na zona atingida foram destruídas.
Como prevenção contra possí­veis epidemias foram promovidas campanhas de vacinação contra o sarampo, a difteria, o tétano e a poliomielite. Umas 300 mil crianças já foram vacinadas.
Também está em operação um sistema de alerta em caso de doença com 124 equipas de observação fixas e seis equipas móveis disponíveis para investigar qualquer relatório de possível epidemia.
Há também nove equipas de saúde mental mobilizadas para dar apoio psicológico e social aos milhões de sobreviventes que enfrentam o Terrí­vel inverno dos Himalaias.
São sinais positivos e grandes esforços, no entanto o principal problema continua a ser o de conseguir um abrigo adequado para o rigoroso inverno da região, com boas condições sanitárias.

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