O presidente marfinense, Laurent Gbagbo, abraçou o seu maior rival, o líder da oposição alassane Ouattara.
O presidente marfinense, Laurent Gbagbo, abraçou o seu maior rival, o líder da oposição alassane Ouattara. O líder da oposição, que nos últimos três anos esteve exilado em Paris, regressou para o funeral da mãe e disse estar muito sensibilizado com o gesto. Ouattara, antigo primeiro-ministro, fugiu para França em 2002, pouco depois da Costa do Marfim ter embarcado numa guerra civil.
Chegou com a sua esposa Dominique depois da mãe ter falecido na semana passada. O presidente Gbagbo deslocou-se à casa da família de Ouattara para expressar as suas condolências. Um porta-voz da família disse que o ex-primeiro-ministro “ficou ainda mais sensibilizado por o presidente lhe ter telefonado depois da notícia da morte, para expressar as suas condolências pessoalmente”.
O político exilado nega a acusação de apoiar os rebeldes que controlam o norte do país. O próprio grupo rebelde afirma que Ouattara foi discriminado ser impedido de tomar parte nas eleições de 2000, alegando que não era marfinense.
O acordo de paz, moderado pela África do Sul, prevê que Ouattara possa participar nas próximas eleições.

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