é crescente a evidência de que as alterações climáticas estão a ser o maior problema para as pessoas pobres e vulneráveis e de que esses impactos são em grande parte causados pelas desigualdades que aumentam os riscos de perigos climáticos
é crescente a evidência de que as alterações climáticas estão a ser o maior problema para as pessoas pobres e vulneráveis e de que esses impactos são em grande parte causados pelas desigualdades que aumentam os riscos de perigos climáticos De acordo com um novo relatório lançado pelas Nações Unidas segunda-feira, 3 de outubro, é cada vez maior a evidência de que as alterações climáticas estão a ser o maior problema para as pessoas pobres e vulneráveis e de que esses impactos são em grande parte causados pelas desigualdades que aumentam os riscos de perigos climáticos. Infelizmente, as pessoas em maior risco de riscos climáticos são os pobres, os mais vulneráveis “‹”‹e marginalizados, que, em muitos casos, foram excluídos do progresso socioeconómico, observou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, no Inquérito Económico e Social Mundial 2016: Resiliência às alterações Climáticas – uma oportunidade para a redução de desigualdades, produzido pelo Departamento da ONU de assuntos Económicos e Sociais (DESa). Não temos tempo a perder – e muito a ganhar – quando se trata de abordar as desigualdades socioeconómicas que aprofundam a pobreza e deixam as pessoas para trás, acrescentou. Falando na sede da ONU em Nova Iorque, no lançamento do relatório, o secretário-geral adjunto de Desenvolvimento Económico, Lenni Montiel, acrescentou: as persistentes desigualdades no acesso a bens, nas oportunidades na voz política e de participação, e em alguns casos, a título definitivo discriminações que deixam um grande grupo de pessoas e da comunidade desproporcionalmente expostos e vulneráveis “‹”‹aos riscos climáticos.