Governo timorense está a trabalhar com os parceiros da Comunidade dos países de língua Portuguesa para recrutar professores que possam dar formação a docentes locais, para que a língua de Camões volte a ser a mais falada
Governo timorense está a trabalhar com os parceiros da Comunidade dos países de língua Portuguesa para recrutar professores que possam dar formação a docentes locais, para que a língua de Camões volte a ser a mais falada O ensino da língua portuguesa em Timor-Leste é uma das prioridades do governo, que espera, a longo prazo, conseguir que volte a ser a mais falada no país, revelou esta semana o primeiro-ministro timorense, Rui Maria de araújo, numa entrevista à Rádio ONU. Não se consegue reintroduzir o português num ápice. Portanto, o que estamos a fazer é trabalhar com os parceiros da CPLP(Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), nomeadamente Portugal, Brasil e Cabo Verde, para ver se conseguimos trazer mais professores desses países para formar os nossos professores e então, reforçar a disseminação dos professores que dominam a língua para o ensino do português particularmente nas áreas rurais, disse o governante. Segundo Rui Maria de araújo, o ensino do português está muito mais intensivo nas áreas urbanas, mas há ainda um longo caminho a percorrer para reforçar o uso da língua de Camões, que contínua a ser língua oficial, a par do tétum. Estamos a fazer todos os esforços para que nos próximos 10 a 15 anos, o português volte a ser a língua mais falada [em Timor-Leste], declarou.