Equipa portuguesa terminou a missão de um ano na ilha de Lesbos, na Grécia, onde resgatou mais de 3. 000 migrantes que tentavam chegar à Europa a todo o custo, através do Mediterrâneo
Equipa portuguesa terminou a missão de um ano na ilha de Lesbos, na Grécia, onde resgatou mais de 3. 000 migrantes que tentavam chegar à Europa a todo o custo, através do Mediterrâneo a disponibilidade já foi manifestada, resta agora que a agência Europeia da Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-membro da União Europeia (FRONTEX) se pronuncie. a Polícia Marítima (PM) portuguesa está disposta a regressar em maio do próximo ano à Grécia, para mais uma missão de busca e salvamento de migrantes refugiados. Tendo em conta este flagelo que a Europa está sujeita devido aos problemas que existem no Médio Oriente, a agência FRONTEX abriu novamente ofertas para o ano que vem, o nosso comandante-geral respondeu positivamente. Em princípio vamos manter o mesmo nível de empenhamento que tivemos este ano, disse o chefe da área de operações da Polícia Marítima, comandante Dias Martins, em entrevista à agência Lusa. a equipa da PM esteve um ano na ilha grega de Lesbos e terminou a sua missão esta sexta-feira, 30 de setembro. Neste período, realizou 94 missões de busca e salvamento e resgatou do mar Egeu 3. 674 pessoas, 894 eram crianças e bebés e 793 mulheres. Se a disponibilidade manifestada for aceite, a missão do próximo ano, a iniciar em maio, terá a duração de seis meses.