Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais considera que é possível fazer «mais e melhor» na setor a comunicação religiosa em Portugal
Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais considera que é possível fazer «mais e melhor» na setor a comunicação religiosa em Portugal Há uma coisa que está clara: com os que somos e com os meios que temos, podemos fazer mais e melhor, afirmou o presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, Pio Alves, esta quinta-feira, 22 de setembro, na abertura das Jornadas Nacionais de Comunicação Social, que decorrem na Casa Domus Carmelli, em Fátima. Para o prelado, é preciso um esforço para não tropeçar nas tradicionais dificuldades como justificação para protelar o avanço de novos projetos, e um empenhamento no trabalho em rede, de forma a evitar o centralismo ou o paroquialismo. Ganhamos todos se tivermos um visão de conjunto, sublinhou. Dedicadas ao tema Pensar a comunicação na Igreja Católica em Portugal, as jornadas contemplam intervenções dos responsáveis dos secretariados diocesanos da comunicação social das várias dioceses portuguesas, espaços para debates, e uma conferência (dia 23) com Fernando Ilharco, professor na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa; e José Maria Tamayao, secretário e porta-voz da Conferência Episcopal Espanhola.